O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta sexta-feira (9) que o governo federal vai ampliar e prorrogar a desoneração da gasolina, desonerar o etanol hidratado e ampliar a subvenção ao etanol e ao diesel.Com a ampliação, a redução de impostos (PIS/Cofins) sobre a gasolina passou de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro. A mudança deve baratear o combustível ainda neste mês de outubro.Segundo Durigan, as medidas têm como objetivo conter a escalada de preços dos combustíveis com a guerra no Irã. Para custear a medida, o governo usará receitas extras obtidas com a alta internacional do petróleo.“Quando você compara o IPCA acumulado em 12 meses agora em setembro, estamos falando de 4,58%. Quando você compara com um período muito parecido em que estava tendo guerra, em setembro de 2022, no mesmo mês, o IPCA era de 7,17%“, disse o ministro em entrevista coletiva.As medidas terão duração de um mês, como tem sido o padrão das ações anunciadas para o setor de combustíveis.O governo também prorrogou a desoneração do etanol hidratado em R$ 0,19 por litro. Além disso, foi instituído um subsídio adicional de R$ 1,40 por litro para importadores de diesel rodoviário pelo período de 30 dias, valor que se soma aos R$ 2,12 já em vigor. A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) continuará responsável por cadastrar os participantes, monitorar os preços e pagar os subsídios.Somando as ações para gasolina e etanol, o impacto fiscal estimado para este ano é de R$ 3,6 bilhões.Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Governo amplia desoneração da gasolina e prorroga etanol para conter alta de combustíveis
Governo amplia desoneração da gasolina e prorroga etanol para conter alta de combustíveis · Imagem: Source: noticias.r7.com
Governo prevê barateamento ainda em outubro José Cruz/Agência Brasil - Arquivo
Governo prevê barateamento ainda em outubro José Cruz/Agência Brasil - Arquivo · Imagem: Governo prevê barateamento ainda em outubro José Cruz/Agência Brasil - Arquivo